Congresso virtual do AuntMinnie a decorrer hoje.
Link: AuntMinnie.com
Etiquetas
Artigos
(20)
Novidades
(15)
Meus
(14)
Notícias
(12)
Curiosidades
(11)
Made in Portugal
(10)
Links
(8)
Projectos em curso
(7)
Agenda
(6)
Comentários
(4)
Imagens de Caso
(4)
Qualidade
(4)
Tutoriais
(1)
15 maio 2012
23 abril 2012
04 novembro 2011
in Acta Radiológica Jan/Abr 2011
FILIPA ISABEL MARTINS BORLINHAS, MARTA SOFIA DIAS MOURA, NUNO MACHADO, LUÍS LANÇA, PAULA MADEIRA, JOÃO PAULO COSTA
Actualmente a Tomografia Computorizada (TC) é um dos métodos de diagnóstico por imagem que tem uma maior contribuição para a dose de radiação X recebida pelos pacientes. Pretende-se com este estudo avaliar as doses praticadas em TC e contribuir para o estabelecimento de Níveis de Referência de Diagnóstico (NRD) na região da Grande Lisboa, Portugal. Foram efectuadas medições de dose em 5 equipamentos de TC multidetectores, considerando o abdómen como área anatómica de interesse. Recorreuse a uma câmara de ionização e a um fantoma para obter o índice de dose de TC (CTDI) e o produto dose-comprimento (DLP), que permitem determinar os NRD. Estes valores foram comparados com os NRD propostos pela Guideline Europeia e com os estudos desenvolvidos em outros países, como o Reino Unido, Grécia e Taiwan. Os resultados revelaram que os valores de NRD obtidos neste estudo (16,7 mGy para o CTDIvol e 436,5 mGy·cm para o DLP) são discrepantes relativamente à Guideline Europeia (±50%), mas muito próximos relativamente aos NRD estabelecidos nos países considerados. Estes valores podem ser eventualmente explicados pelos equipamentos em análise e pela utilização de protocolos de exame adoptados pelos profissionais de Radiologia nas instituições analisadas.
Volume 40, Number 11, November 2011
Mahmoud M. Al-Hawary, MD, Ravi K. Kaza, MD, and Joel F. Platt, MD, University of Michigan Health System, Ann Arbor, MI
Seth T. Stalcup, MD, Mini N. Pathria, MD, and Tudor H. Hughes, MBBS, MD, FRCR, University of California, San Diego, San Diego, CA
David S. Mendelson, MD, FACR, The Mount Sinai School of Medicine, New York, NY
David Weiss, MD, Virginia Tech Carilion School of Medicine
12 outubro 2011
05 outubro 2011
Será que é desta?
Depois de mais uma longa, longa paragem vou ver se arranjo tempo para remodelar aqui o Blog...
O RX Links vai entrar em período de Remodelação e de Experimentação(que não percebo muito disto)...o objectivo é torná-lo mais útil e conseguir actualizá-lo...vamos ver se é desta...
O RX Links vai entrar em período de Remodelação e de Experimentação(que não percebo muito disto)...o objectivo é torná-lo mais útil e conseguir actualizá-lo...vamos ver se é desta...
31 dezembro 2009
Notas de Imprensa
Radiações em exames médicos sem fiscalização
Radiações perigosas
Estudo alerta para riscos com mamografias
Radiações perigosas
Estudo alerta para riscos com mamografias
Mesmo as doses adequadas de radiação emitidas pelas mamografias ou por raios-X ao peito podem aumentar o risco de cancro da mama em mulheres jovens com histórico familiar da doença ou susceptibilidade genética para desenvolvê-la, concluiu este mês uma equipa de investigadores holandeses do Centro Médico da Universidade de Groningen.
Os investigadores sugerem que mulheres com menos de 30 anos, com risco alto de cancro da mama, deverão ponderar a substituição das mamografias por exames alternativos, como a ressonância magnética, que não envolve exposição a radiações, afirma Marijke Jansen-van der Weide, um das autoras do estudo, citada pela Reuters.
No mês passado, uma comissão de aconselhamento federal norte-americana (a U.S. Preventive Services Task Force) recomendou o adiamento das mamografias de rotina para a partir dos 50 anos, e não a partir dos 40, como é actualmente aconselhado. Um dos argumentos usados era o facto de as mamografias produzirem dez por cento de falsos positivos. C.G.
Os investigadores sugerem que mulheres com menos de 30 anos, com risco alto de cancro da mama, deverão ponderar a substituição das mamografias por exames alternativos, como a ressonância magnética, que não envolve exposição a radiações, afirma Marijke Jansen-van der Weide, um das autoras do estudo, citada pela Reuters.
No mês passado, uma comissão de aconselhamento federal norte-americana (a U.S. Preventive Services Task Force) recomendou o adiamento das mamografias de rotina para a partir dos 50 anos, e não a partir dos 40, como é actualmente aconselhado. Um dos argumentos usados era o facto de as mamografias produzirem dez por cento de falsos positivos. C.G.
"Maioria dos médicos não tem noção das doses"
TAC é um dos exames prescritos vezes demais
TAC é um dos exames prescritos vezes demais
É sempre preciso medir o custo-benefício de um determinado exame de diagnóstico usando radiação, nota a coordenadora da Divisão de Física Médica da Sociedade Portuguesa de Física, Maria do Carmo Lopes. "A maioria dos médicos não tem a noção das doses de radiação associadas a cada tipo de exame", diz. Um exemplo é a TAC, que usa uma dose maior do que uma mamografia ou um raio-X convencional. "A TAC, às vezes, é prescrita vezes demais" e "tem potencial para exceder doses de radiação recomendada", critica. No Instituto Português de Oncologia de Coimbra, onde é directora do Serviço de Física Médica (um dos dois existentes no país), foram pioneiros na medição desses valores, que estão abaixo dos níveis de referência europeus e estão disponíveis para consulta.
Fazem-se TAC (Tomografia Axial Computorizada) ao coração, ao abdómen, ao tórax, à cabeça, à pélvis, ao intestino, aos pulmões, para detectar tromboses, tumores, fracturas. Maria do Carmo Lopes nota que "os médicos tendem a pedir, por vezes, exames com uma extensão anatómica maior do que a necessária". O uso de TAC em crianças é também problemático, "por terem uma massa corporal mais pequena e serem mais sensíveis à radiação". C.G.
Fazem-se TAC (Tomografia Axial Computorizada) ao coração, ao abdómen, ao tórax, à cabeça, à pélvis, ao intestino, aos pulmões, para detectar tromboses, tumores, fracturas. Maria do Carmo Lopes nota que "os médicos tendem a pedir, por vezes, exames com uma extensão anatómica maior do que a necessária". O uso de TAC em crianças é também problemático, "por terem uma massa corporal mais pequena e serem mais sensíveis à radiação". C.G.
in Público
Um pouco de exagero mas é sempre bom para chamar à atenção.
29 outubro 2009
Cursos à Distância
Novo site adicionado.
É um site que disponibiliza cursos à distância, em espanhol, cursos pequenos, baratos mas, pelo que parece, bons.
Isto foi-me passado por uma enfermeira que já fez alguns e ficou contente com o serviço.
É uma alternativa boa para quem quer apostar na formação e não fica muito contente com alguns dos congressos que se vêem por aí...afinal o preço destes cursos não é muito superior e aproveita-se mais.
Assinar:
Postagens (Atom)









